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Brasil já confirma 55 casos de MPOX; um deles é em Santa Catarina

23 fev 2026 | Estadual e Nacional, Saúde

Santa Catarina mantém atenção redobrada diante do avanço da mpox no Brasil, após a confirmação do primeiro caso de 2026 no Distrito Federal. Embora o cenário nacional aponte, até o momento, 55 infecções com predominância de quadros leves ou moderados, as autoridades de saúde catarinenses destacam que o vírus continua em circulação e exige monitoramento contínuo. O histórico recente, com mais de mil casos registrados no país em 2025, sustenta a estratégia de prevenção e resposta rápida.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), afirma que a vigilância ativa segue estruturada em todo o território catarinense. A mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória, o que determina que todo caso suspeito seja comunicado imediatamente para investigação e rastreamento de contatos. O Estado também mantém um Plano de Contingência específico, voltado à detecção precoce e à interrupção de possíveis cadeias de transmissão.

A mpox é transmitida principalmente pelo contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis. Os sintomas mais frequentes incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios, fraqueza e ínguas, além de erupções na pele que podem evoluir para bolhas, feridas ou crostas. O período de incubação varia de 5 a 21 dias, e a transmissão cessa após o desaparecimento das crostas das lesões.

Como medida de precaução, a SES orienta a população a evitar contato físico próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas e a reforçar a higiene das mãos. Indivíduos com sintomas devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e confirmação laboratorial. Em casos suspeitos ou confirmados, o isolamento e o cumprimento rigoroso das orientações médicas são fundamentais para reduzir o risco de disseminação da doença no Estado.

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