
O Comitê Olímpico Internacional anunciou uma nova política que limita a participação em competições femininas dos Jogos Olímpicos a atletas biologicamente do sexo feminino. A decisão estabelece um critério único de elegibilidade baseado na realização de testes genéticos, marcando uma mudança significativa nas diretrizes da entidade.
De acordo com o COI, será utilizado como referência o gene SRY, associado ao desenvolvimento sexual masculino. A organização afirma que o critério tem lógica científico e busca garantir maior equidade nas competições femininas, após anos de regras distintas entre federações internacionais.
A mudança ocorre sob a gestão da nova presidente do COI, Kirsty Coventry, que defende uma padronização global. Segundo ela, diferenças biológicas podem impactar diretamente o desempenho esportivo, tornando a medida necessária para preservar a justiça e a segurança nas disputas.
O tema também ganhou repercussão política, especialmente nos Estados Unidos, onde o ex-presidente Donald Trump já havia adotado medidas semelhantes. Ele declarou que não permitirá a participação de atletas transgênero nos Jogos Olímpicos de Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.



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