
Tony Marcos de Souza, de 52 anos, um dos três adultos investigados por suposta intimidação de testemunha no caso que apura a morte do cão Orelha, em Florianópolis, faleceu durante a madrugada após sofrer um infarto. De acordo com o advogado, o empresário passou mal nas primeiras horas do dia e não resistiu.
O homem havia sido indiciado pela Polícia Civil de Santa Catarina por possível coação contra o porteiro do condomínio onde moram os adolescentes suspeitos de envolvimento no caso. Além dele, outros dois homens — André Zenha Wieliczka e Marcus Fernando da Silva — também foram incluídos no mesmo inquérito policial.
Segundo as investigações, os três adultos, que teriam ligação com os jovens investigados, são suspeitos de tentar pressionar a testemunha e dificultar o andamento das apurações, interferindo na coleta de informações importantes para o processo.
RELEMBRE O CASO ORELHA:
O caso do cão comunitário Orelha ganhou grande repercussão em todo o país. O animal, que vivia há cerca de uma década na região da Praia Brava, em Florianópolis, foi atacado na madrugada do dia 4 de janeiro e morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.
A Polícia Civil concluiu a investigação em fevereiro, apontando um adolescente como responsável pelas agressões e solicitando a internação do menor envolvido.



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