
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), está no radar de três investigações da Polícia Federal justamente quando trabalha para ser reeleito ao comando do Senado. A eleição para a presidência da Casa acontece em fevereiro de 2027, e nos bastidores Alcolumbre calcula ter cerca de 48 votos.
Entre os casos já conhecidos que respingam no senador está a apuração sobre fraudes em licitações do Dnit no Amapá, que terminou com o indiciamento do seu segundo suplente, o empresário Breno Chaves Pinto. Nesse caso, a PF não encontrou participação de Alcolumbre. Outro ponto envolve a Amprev, fundo de previdência dos servidores do Amapá, que aplicou R$ 400 milhões no Banco Master quando era comandado por um nome indicado pelo senador.
Estar no radar não significa ser acusado formalmente. A assessoria de Alcolumbre já afirmou que ele não tem relação com os negócios do suplente e que defende punição para quem tiver cometido irregularidades.
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