
Um socorrista que atua nas rodovias concessionadas pela Arteris denunciou condições insalubres no alojamento utilizado por profissionais de emergência. Segundo o relato, o local destinado ao repouso entre plantões de até 12 horas apresenta mofo, infiltrações, falta de ventilação e colchões jogados diretamente no chão. O profissional afirma que, mesmo em jornadas longas, os trabalhadores são obrigados a descansar em um ambiente sem estrutura mínima de conforto ou higiene.
A denúncia foi feita ao jornal DIARINHO, que tentou visitar o espaço, mas teve o acesso negado pela empresa. A Arteris alega que a base segue todas as normas do Ministério da Saúde e que a entrada da imprensa não é juridicamente obrigatória. A empresa terceirizada responsável pelo atendimento, a Med+, também negou irregularidades e afirmou que realiza fiscalizações internas para garantir o cumprimento das exigências.
Mesmo com as negativas oficiais, a denúncia acende um alerta sobre as condições de trabalho dos profissionais que atuam na linha de frente do socorro nas rodovias. Dormir em meio a mofo e sem estrutura adequada compromete a saúde e o desempenho de quem salva vidas.



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