
A paralisação nacional dos caminhoneiros teve início na manhã desta quinta-feira (19), com mobilização em frente ao Porto de Itajaí. O ato começou por volta das 8h e ganhará força ao meio-dia, quando os profissionais passam a suspender o carregamento de caminhões, seguindo orientação da categoria.
O movimento é articulado por entidades como a Associação Nacional dos Transportadores de Cargas do Brasil, que coordena a mobilização em diversas regiões do país. Segundo representantes, a paralisação ocorre de forma organizada e simultânea, buscando dar visibilidade às demandas da categoria em nível nacional.
Entre as principais reivindicações estão o aumento no preço do diesel, a defasagem da tabela mínima de frete e a falta de fiscalização sobre possíveis abusos nos valores dos combustíveis. De acordo com os caminhoneiros, os custos operacionais têm crescido de forma significativa, enquanto a remuneração não acompanha esse aumento.
Apesar da adesão ao movimento, a orientação é de que não haja bloqueios em rodovias. A estratégia definida é a suspensão das atividades, com motoristas evitando novos fretes e carregamentos. A categoria afirma que a mobilização busca pressionar por melhorias nas condições de trabalho, mantendo caráter pacífico e organizado.



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