
O dólar registrou sua segunda alta consecutiva nesta sexta-feira (21/3), encerrando o dia cotado a R$ 5,717, com avanço de 0,73%. A moeda norte-americana chegou a atingir R$ 5,734 na máxima do dia, refletindo as incertezas econômicas globais e as novas projeções de desaceleração nos Estados Unidos e Europa.
Enquanto isso, o Ibovespa oscilou entre ganhos e perdas ao longo da sessão, mas fechou com leve alta de 0,18%, alcançando 132,1 mil pontos. O mercado reagiu às preocupações sobre a economia mundial, mas manteve um saldo positivo no mês, com valorização acumulada de 7,5%.
Entre os destaques da Bolsa, as ações da Petrobras subiram 1,38%, enquanto o Bradesco avançou 1,62%. O grande destaque do dia foi Casas Bahia, que disparou quase 20%. O setor financeiro também teve movimentações positivas, com Banco do Brasil registrando leve alta de 0,11%.
O temor de uma recessão nos EUA cresceu após o Federal Reserve reduzir a projeção de crescimento do PIB americano para 1,7% em 2025. Além disso, o clima de tensão comercial entre os EUA e a União Europeia, impulsionado por tarifas impostas pelo governo Trump, adicionou mais incertezas ao cenário econômico global.
No Brasil, o mercado também repercutiu a aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso Nacional. O governo projeta um superávit de R$ 15 bilhões e prevê um total de R$ 50,5 bilhões em emendas parlamentares. O resultado fiscal segue em foco para garantir a estabilidade econômica diante do cenário externo desafiador.
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