
O empresário Anderson Baumgartner, diretor da agência WAY Model, manifestou indignação com o uso do termo “modelo” para se referir à garota de programa envolvida na recente polêmica com Neymar. Segundo ele, essa generalização desvaloriza o trabalho de profissionais da moda e gera confusão sobre a carreira de modelo.
Baumgartner destacou que ser modelo exige certificação (DRT), além de atuação em campanhas, desfiles e editoriais de moda. O empresário lamentou que a mídia continue utilizando o termo de maneira equivocada, reforçando um estigma que afeta a profissão há décadas.
Ele enfatizou que o problema não está na profissão em si, mas na forma errada de denominação. Para ele, modelos passam anos enfrentando desafios e rejeições até conquistarem espaço no mercado, algo muito diferente da realidade das acompanhantes.
A polêmica surgiu após Neymar ter seu nome exposto por uma garota de programa que alegou ter participado de uma festa privada com o jogador. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões sobre o papel da mídia na forma como rotula diferentes profissões.
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