
O governo Lula oficializou apoio ao diplomata Albert Ramdin, do Suriname, para presidir a Organização dos Estados Americanos (OEA), enquanto Donald Trump e conservadores apoiam o chanceler paraguaio Rubén Ramírez Lezcano. A eleição acontecerá no dia 10 de março e pode redefinir o equilíbrio político no continente.
O Brasil se uniu a países como Bolívia, Chile, Colômbia e Uruguai para fortalecer um candidato que resista à influência conservadora dos EUA na região. O Itamaraty destacou a experiência de Ramdin na diplomacia internacional e sua visão para desafios da América Latina e Caribe.
Do outro lado, Lezcano tem o apoio do governo de direita do Paraguai e já se encontrou com Trump para fortalecer laços bilaterais. O embate entre progressistas e conservadores também envolve discussões na OEA sobre liberdade de expressão e direitos humanos.
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